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LOJA — inteligência para vender — página inicial
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Funcionalidades

O que o LOJA faz

Do momento em que o cliente chega ao balcão até ao fecho da caixa ao fim do dia — e o que acontece a seguir, no escritório.

O LOJA está em construção. O que se lê neste site é o que a plataforma vai fazer, não uma lista de coisas já entregues.

Frente de caixa

O ecrã onde se passa o dia. Feito para despachar a fila depressa, com o leitor numa mão e o teclado na outra.

  • Ler o código de barras, encontrar o artigo e somar — sem esperar pelo ecrã.
  • Procurar por nome ou por código interno quando a etiqueta está rasgada.
  • Mudar quantidades, tirar artigos e vender ao peso.
  • Receber em dinheiro, em cartão ou repartido por vários meios de pagamento.
  • Suspender uma venda para atender outro cliente e voltar a ela depois.
  • Descontos e anulações só com autorização de quem pode dar.
  • Abrir e fechar caixa, com sangrias e reforços registados.
  • Trabalha todo por teclado: quem tem prática não precisa do rato.

Continua a vender sem Internet

A ligação cai, a loja não pára. As vendas ficam guardadas no computador da caixa e sobem sozinhas quando a rede volta.

  • O ecrã diz sempre, à vista, se está ligado ou a trabalhar sem rede.
  • As vendas feitas sem ligação entram na fila para sincronizar.
  • Nenhuma venda é contada duas vezes quando a ligação volta — cada uma tem a sua marca própria.
  • O talão sai na impressora da loja mesmo com a rede em baixo.

Sem ligação há coisas que não podem acontecer, como emitir o documento fiscal na hora. O sistema fecha a venda, marca-a como pendente e resolve-a assim que houver rede.

Stock que bate certo

A quantidade em stock não é um número que alguém escreve à mão: é a conta de tudo o que entrou e saiu, com data, motivo e responsável.

  • Cada entrada e cada saída fica registada e pode ser consultada.
  • Nada se apaga: corrige-se com um movimento novo, e o histórico fica.
  • Stock mínimo por artigo, com aviso quando está a acabar.
  • Inventário e contagens, com a diferença entre o contado e o esperado.
  • Transferências entre lojas e entre armazéns.
  • Quebras e perdas registadas como tal, para não desaparecerem da conta.

Compras e fornecedores

Registar o que entra, a quanto entrou e de quem veio — que é a única forma de saber quanto se está mesmo a ganhar.

  • Fornecedores, com o histórico do que compra a cada um.
  • Encomendas e recepções, com conferência do que chegou.
  • Custo por artigo actualizado a cada compra.
  • Aviso quando um fornecedor sobe o preço.
  • Sugestão de quantidade a comprar, com a conta à vista.

Preços e margem

Saber por quanto vende, quanto lhe custou e o que sobra. Antes de vender, não depois.

  • Preço de venda, custo actual e custo médio por artigo.
  • Margem estimada por artigo e por categoria.
  • Histórico das alterações de preço.
  • Aviso quando um artigo está a ser vendido abaixo do custo.

Facturação

Emitir os documentos da venda e guardar o que a lei manda guardar, sem o comerciante ter de perceber de informática.

  • Documento por cada venda, com o registo do que foi enviado e do que foi respondido.
  • Uma falha da plataforma fiscal nunca faz perder a venda: são coisas separadas.
  • Documentos por emitir ficam numa lista visível, não escondidos.

A ligação à plataforma de facturação electrónica de Cabo Verde só é activada depois de confirmada com a documentação oficial em vigor. Até lá o LOJA regista a venda e assinala o documento como pendente. Não se inventam formatos nem regras fiscais.

Várias lojas, uma conta

Se abrir uma segunda loja, não precisa de um segundo sistema nem de uma segunda conta.

  • Uma empresa, várias lojas, vários postos de caixa e vários armazéns.
  • Cada posto de caixa é uma entidade própria, com o seu histórico.
  • Ver tudo junto, ou uma loja de cada vez.

Relatórios e avisos

Números que se percebem, e que dizem donde vieram. Nada de caixa preta.

  • Vendas por dia, por loja, por posto, por operador, por artigo e por categoria.
  • Ticket médio, horas de mais movimento e comparação com o período anterior.
  • Artigos parados, artigos a acabar e artigos com margem negativa.
  • Fechos de caixa e meios de pagamento.
  • Cada aviso mostra a conta que o gerou quando se pergunta «porquê?».

Quem pode fazer o quê

O operador de caixa não vê o custo dos artigos. O gerente vê. Isso não se resolve escondendo botões.

  • Perfis para proprietário, gerente, operador de caixa, responsável de stock e mais.
  • Permissões separadas para as acções que mexem em dinheiro: desconto, alteração de preço, anulação, sangria, ajuste de stock.
  • Registo de quem fez o quê e quando, nas acções que contam.

O equipamento que já tem

O LOJA abre no browser. O leitor, a impressora de talões e a gaveta continuam a ser os da loja.

  • Leitores de código de barras USB e Bluetooth funcionam directamente.
  • Impressão de talão em impressora térmica.
  • Preparado para gaveta de dinheiro, balança e impressora de etiquetas.

A impressão automática e silenciosa exige um pequeno programa instalado no computador da caixa. É opcional: sem ele imprime-se pelo browser.

Também no telemóvel

Contar prateleiras com o telemóvel na mão, no corredor, é diferente de o fazer sentado ao computador.

  • Consulta de stock e de preços a partir do telemóvel.
  • Contagens de inventário no corredor.
  • Todos os ecrãs de gestão funcionam num ecrã pequeno.

A frente de caixa é feita para ecrã de caixa e para tablet, não para telemóvel. É uma decisão, não uma falta.

Limites

O que o LOJA não faz

Dito aqui, e não descoberto depois de comprar.

  • Não é um programa de contabilidade. Dá os dados ao contabilista; não substitui o contabilista.
  • Não é uma loja online. Serve o balcão da loja física.
  • Não faz gestão de pessoal, salários nem assiduidade.
  • Não instala nada no seu computador para funcionar — abre no browser.